Dicas

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Voltando a vida!

(Foto-By Nazarethe Fonseca)


Refeita de uma tremenda sonolência volto à vida. Às vezes quando tudo me aborrece, vou dormir. Faço como Orlando, personagem do filme e livro de Virginia Woolf. Só não mudo de sexo, como ele fez. É um livro incrível, leiam. Dela também li recentemente Mrs. Dalloway, Virginia narra os acontecimentos de modo detalhado e lento, dentro da ótica inglesa conservadora, mas ao mesmo tempo bastante livre.
Estou aqui digitando ao som de Abba - Knowing Me, Knowing you. Acontece de me ocorrerem estas ondas saudosistas. Lembro de dançar com minha irmã pela sala Dancing Queen. Alguns dizem que é brega. Eu adoro, marcou uma época em minha vida. Que tempo! Faz tempo, mas são musicas lindas do tempo que se chama disco de vinil.
Ainda tenho alguns, alias, muitos. O tempo escorrega ligeiro pelos ponteiros do relógio, fazendo Pirraça como diz bem Vanessa da Mata.
Correndo, correndo, mas não sei bem para onde. Eu fico por aqui esperando respostas, esperando e-mails, esperando ligações. Esperando.
Às vezes me sinto grávida! Uma gestação longa e estranha. Parto? Contrações? Algumas, mas nada definitivo. Continuou esperando, tricotando sapatinhos, roupas para o meu bebê. Por isso resolvo dormir, mas preciso voltar à vida. E na cama, meu amado recanto de paz. Que fique gravado, adoro dormir.
Quando fecho os olhos, o mundo que amo surge inteiro. O meu caixão tem dentro uma colcha de retalhos, um coelho cor de mostarda, bloco de anotações, minha caneta... Desenhos pelas paredes.
Voltar à vida é complicado quando se tem motivos para viver sonhando. Escapismo? Sim e daí! Eu posso tentar.
Alguém viu a lua hoje, ela esta linda.

terça-feira, 14 de outubro de 2008






Por motivo de força maior, sono,a autora hoje não conseguiu escrever nada descente. Ela pede perdão enquanto se arrasta para a cama. Leva consigo seu celular e seu coelho de estimação Pepe.
Promete sonhar com mais aventuras de Jan Kmam e Kara Ramos. Alias, ela esta tramando algo novo.
Assim que tudo estiver encaixado aqui será exibido. Pede que leiam as suas poesias,e deixem seus criticas e sugestões.

Boa noite...!Até Amanhã!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008


Todos falam da Segunda – feira.


É um dia como todos os outros, mas estranhamente deixa marcas. Cansativa, chata longa para quem esta retornando de dois dias de puro ócio.
Deitada no sofá no domingo eu me perguntava se não haveria um jeito de termos dois sábados e oito domingos? Exagero? Que nada, cansaço mesmo.
As coisas andam, ou melhor, estão paradas. Se fossem bolas, eu juro, chutava. Se fossem pedras, eu rolava. Mas o que se faz quando tudo parece um quadrado?
Pessoas andem!Movam-se! Farta! Farta de esperar por tudo e por todos a minha volta que simplesmente andando lentamente, em câmera lenta.
Chega!Estou sem paciência e irritada!Deve ser o sol!Estou trabalhando num ambiente novo e a luz me irrita. Ando me sentindo um grande peixe japonês, rodeada de vidro.
Belo? Sim, mas extremamente estressante.
Novamente... Chega! Uma boa noticia. Vai voltar a passar a Buffy, acho que desde o primeiro episodio na Rede Record. Vai começar dia 19, só não vi o horário, alguém sabe?
Voltando... A segunda feira deixou marcas, as de sempre.

sábado, 11 de outubro de 2008

Promessas Quebradas


Vocês me perdoam, mas ontem não postei nada. O dia começou ensolarado demais, eu moro em Natal, Rio Grande do Norte, você sabem o que é isso? Sol 365 dias no ano. É sol demais, fiquei digamos exporta demais e o resultado foi uma dor de cabeça cavalar.
Meus amigos dizem:
-Tu és vampira mesmo, não agüenta nem um solzinho besta desse!
-Tenha santa paciência!Era sol por todos os lados.
O resultado foi que cheguei em enfadada. Era sexta-feira, estranhamente parece que o cansaço da semana se acumula sobre os ombros. Banho, roupa limpa, jantar e remédio.
Fiquei diante do computador, mas foi impossível escrever ou pensar. O jeito foi dormir cedo, às vezes, nada melhor que sua cama para curar as indisposições.
Hoje amanheci melhor, e evitei me expor à luminosidade excessiva desta terra de sol e calor.
Um dia tranqüilo, belo, calmo. Arrumei o escritório e lembrei que preciso fazer três desenhos, dividas com fãs!Eles me perdoem pela demora.
Então vou ficando por aqui, pois preciso ir desenhar. Acho que vou ver o filme “O homem de ferro”. Quem já viu? Disseram-me que está perfeito.
Amanhã estou de volta.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Hoje e sempre.


Falar de amor é complicado, eu tentei hoje, mas não consegui. Ele está distante e pagamos pedágio quando resolvemos ficar mais perto. É sempre rápido intenso e cheio de tudo que é mais necessário. Não temos tempo para coisas supérfluas.
O dialogo é corrido, mas tem charme, calor. Perto e longe, longe e perto, é a melhor definição para o amor.
Tem aquela coisa de se querer e desejar com mais intensidade... Eu quero mais. Preciso de muito mais.
Assim longe tudo parece mais intenso, tem sabor de figo e pêssego.
De beijo roubado, e cada vez que procuro por ele, não está, saiu está ocupado. Pego o celular e olho o sorriso dele, o número...
“-O número chamado está desligado.”
Uma hora mais, duas, três. Ele aparece e eu estou ocupada!
-Vi sua mensagem...
-Amor me dá dois minutos...
-Tá...
Não conseguiu e quando voltei ele já está off-line.Mas deixou recado.
-Tive de sair,bj.
Dentro da lembrança, no coração, nos olhos, nas fotografias. Como aquela música da Juanes e Nelly Furtado.

Fotografia (tradução)
Juanes
Cada vez que me vou

Levo junto da minha pele

As tuas fotografias para ver

Cada vez que a tua ausência

Vem devorar o meu coração

E não tenho outro remédio

Senão amar-te...


E na distância posso te ver

Quando tuas fotos me ponho a ver

E nas estrelas teus olhos ver

Quando tuas fotos me ponho a ver

Cada vez que te procuro, te vais

E cada vez que te ligo não estás

É por isso que volto a dizer

Que tu só nas minhas fotos estás...(bis)


Quando há um abismo enorme

Que se põe entre nós dois

Eu me valho da lembrança

E me lembro da tua voz

E de novo sinto que me dói o coração

E não tenho outro remédio

Senão amar-te...


E na distância posso te ver

Quando tuas fotos me ponho a ver

E nas estrelas teus olhos ver

Quando tuas fotos me ponho a ver

Cada vez que te procuro, te vais

E cada vez que chamo não estás

É por isso que volto a dizer

Que tu só nas minhas fotos estás...(bis)

A música traduz tudo.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O dia todo!




Olhando em volta podemos ver muitas coisas, os móveis, se estiver em uma sala, às pessoas se movendo pelo mundo.
Os sons altos e baixos, fala, risos, objeções, afirmações.
Movimento, em suma, mas onde está a emoção? Vi tantas coisas hoje, a maioria à distância. É melhor, principalmente quando se vê a maldade humana controlando, manipulando em favor dos baixos escrúpulos.
Preconceito, medo dos outros, de seus hábitos, de si mesmo. Pois criticar a sexualidade alheia é coisa de gente mal resolvida?Não é mesmo?
Faça amor não faça a guerra, alguém já disse sabiamente. Se entregue ao gozo, relaxe nos braços da paixão. A minha tem olhos verdes e um coração de leão. Um minuto com ele valem mil horas no paraíso.
Amor, amar, mover-se sobre outro ser que não seja você. A face do amor para uns é igual a sua. Adão, Eva e a Serpente, o paraíso.
Morda a maçã de qualquer lado, o sabor vai ser o mesmo. Eu sou filha de Eva e só encontro paz nos braços de um filho de Adão.
Subindo e descendo!Volta-se ao mesmo lugar, insinuações maldosas de gente mal resolvida sexualmente. Que dá pela metade e quer mais, sem poder ter, sem saber pedir, ou exigir. Do que você tem medo? O que você acredita, qual é sua preferência. O seu coração bate?
O laboratório onde a humanidade transita sempre oferece reações diversas. Principalmente se a fonte de estudo é o ser humano. Este ser em movimento, mesmo que seja correndo atrás do próprio rabo.
Movimento, estúpido, mas movimento. Seguir em frente o dia todo. Voar, rastejar você escolhe, mas lembre-se, o céu é azul.
Maçãs são vermelhas, cobras existem de mil cores, o pecado é a perca da inocência e o preconceito o único modo de viver dentro da ignorância.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Tempo de refletir



Como disse às vezes esqueço que não posso mais fugir, me esconder de tudo. É uma cobrança prazerosa a dos fãs e motivadora. Sempre me fizeram que desse um passo mais a diante, não desistisse. Recebo muitos e-mails, quase sempre eles me dão força e calor.
Recentemente recebi dois muito tocantes, o neto escreveu para a avó. Ela leu o livro Alma e Sangue e o fez escrever para mim cobrando a continuação. Achei lindo!
Lembro quando comecei sozinha na maquina de escrever, o tec, tec. O silencio da noite,às vezes ia dormir uma, duas horas da manhã escrevendo. Era muito bom por tudo para fora. Corria com Kara pelas ladeiras escuras e quando Jan Kmam sorria, lá estávamos.
Ninguém havia lido, era somente um monte de folhas recicladas, vozes e desenhos, a máquina de escrever e o dicionário. Sentia dor nas costas e meus dedos estavam sempre sujos da fita da maquina. O carinho dela estava quebrado e eu rebobinava a fita com uma caneta! Incrível, mas já a mandei para o concerto varias vezes e depois de duas semanas debaixo de meus dedos. O carrinho de puxar a fita está novamente quebrado.
Rebobinar a fita é um intervalo nos pensamentos, sabe? Aquele momento de reler... Pensar... Pensar em tudo que posso e não posso. Em coisas que não tenho a força para interferir positivamente.
A vida é tão curta. Gostaria de ter o poder de mudar, de doar vida e saúde. Tornar real o que só imagino.
Quando você reúne as páginas e as observa por muito, pouco não as escuto sussurrando. É este o único mundo que você pode controlar, aquele que você cria. Nenhum outro.