sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Kara e Kmam primeira edição!


RESTAM SOMENTE TRÊS LIVROS
Recentemente o livro Kara e Kmam, Uma saga de Alma e Sangue teve sua primeira edição esgotada. A editora reeditou com uma capa diferente.
Percebi que muitos fãs ainda queriam adquirir o livro com a capa antiga. Tenho comigo AGORA SOMENTE TRÊS livros da primeira edição. Quem quiser adquirir o livro eu os estou vendendo com o frente já incluso no preço. Basta escrever para:
almaesangue@gmail.com
O pagamento é feito através de deposito bancário, assim que confirmo o deposito, envio o livro pelo correio e passo o código para que o comprador possa acompanhar a chegada pelos sites dos correios.
É bem simples.
Beijos mordidos.
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Nazarethe Fonseca
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15:02
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domingo, 13 de setembro de 2009
INTEIRO

por
Nazarethe Fonseca
Todos os direitos reservados a Autora®
Eu te desejo inteiro,
No menor gesto e ato.
Provar sua boca,
Tocar seu corpo,
Deixar o tempo mergulhar na eternidade.
Eu preciso, de seu toque para fazer o mundo real.
Eu te desejei por inteiro,
Cada gesto e ato,
O suspiro, o pensamento, o olhar distraído.
O seu sorriso meio bobo.
Quero tudo, mas só você basta.
Mergulhar em sua boca e fazer dela palavra.
Um beijo longo, lento, morno.
Pare de respirar, deixe-me roubar dois minutos de sua vida nesse beijo.
Feche os olhos e relaxe.
Sou a carícia mental, o silêncio pertinente, o sonho, o desejo.
Eu sou feita de carne e sangue.
E desejo você, amo você.
O tempo dirá a verdade.
Meu coração doe, mas eu já estou acostumada a sangrar por amor.
Mas só dessa vez eu quero que seja diferente.
Eu te desejo inteiro.
No menor gesto e ato...
Um beijo... O que não daria por um beijo seu.
Um beijo sem fim.
Ouvir sua respiração, apertar suas mãos.
Deixar que envolvesse meu corpo devagar como numa música do Depeche Mode.
Ouvir o tecido de sua camisa sussurrar, enquanto tudo some!
Beijar por horas intermináveis.
Desenhar você, enquanto dorme.
Vagar por sua nudez.
Fazer o calor consumir o frio vento que nos envolve e separa.
A distância não é nada quando tenho minha imaginação para te tocar.
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Nazarethe Fonseca
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18:54
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domingo, 19 de julho de 2009
Mudez

Por
Nazarethe Fonseca
Todos os direitos reservados à autora®
Estava muda há vários dias.
Você roubou minha língua.
A paciência do meu corpo,
Dentro do seu mundo meus sentidos.
Eu não consigo falar,
Fecho-me em profundos minutos de mudez.
E minha boca passeia silenciosa por seu corpo,
Que é feito de verbo e adjetivo.
Meus dedos lêem sua poesia concreta,
Os momentos de romantismo e de palavras
Cheias de modernismo.
Minha mudez se dá por falta de argumentação.
Dentro da tua lingüística sou estrangeira e não te entendo.
Dentro dessa ignorância sabia e aguda eu silencio.
O seu mundo é cheio de sons e ecos.
Quero falar,mas você me roubou o fôlego com sua boca.
Dentro de minha mudez o mundo desaba em tempestade
E tudo é silencio pelo vidro da janela.
Passei nua e muda.
Os lençóis falam melhor, o sussurro,
O som de sua respiração.
Minha mudez só é quebrada quando
Encontro o gozo.
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Nazarethe Fonseca
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12:28
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sábado, 11 de julho de 2009
Para comemorar o momento presente, uma das músicas que sempre ouvi e acreditei, agora aconteceu.Obrigada as estrelas.
Star-Estrela
Bryan Adams
What cha wanna be when you grow up
What cha gonna do when your time is up
What cha gonna say when things go wrong
What cha wanna do when you're on your own
There's a road long and winding
The lights are blindin' but it gets there
Don't give up - don't look back
There's a silver linin' - it's out there somewhere
Everybody wants an answer - everybody needs a friend
We all need a shinin' star
on which we can depend
So tonight we're gonna wish upon a star
We never wished upon before
To find what you're looking for
There'll be times in your life
Ya when you'll be dancin' n' shit
but you ain't gettin it
But don't get disillusioned - no, don't expect too much
Cuz if what you have is all you can get
just keep on tryin'
It just ain't happened yet
Everybody wants ta be winner - everybody has a dream
We all need a shinin' star
when things ain't what they seem.
So tonight we're gonna wish upon a star
We never wished upon before
- gotta get where you're headed for
Everybody wants some kindness
- everybody needs a break
We all need a shinin' star
when things get hard to take
So tonight we're gonna wish upon a star
We never wished upon before
Tradução - Estrela
O que você quer ser quando crescer?
O que você vai fazer quando seu tempo estiver acabado?
O que você vai dizer quando as coisas saírem errado?
O que você quer fazer quando estiver sozinho?
Tem uma estrada longa e sinuosa,
As luzes estão cegando, mas ela chega lá.
Não desista - não olhe para trás,
Existe uma luz no fim do túnel * - está lá fora em algum lugar.
Todos querem uma resposta - todos precisam de um amigo.
Nós todos precisamos de uma estrela reluzente
Com a qual possamos contar.
Então esta noite faremos um pedido para uma estrela,
Nunca fizemos um pedido antes,
Para encontrar o que você está procurando.
Haverá épocas em sua vida,
Sim, em que você vai dançar na sujeira,
mas não vai entender isso.
Mas não fique desiludida - não, não espere demais,
Pois se o que você tem é tudo que consegue obter,
simplesmente continue tentando,
Apenas não aconteceu ainda...
Todos querem ser vencedores - todos têm um sonho,
Nós todos precisamos de uma estrela reluzente,
Quando as coisas não são o que parecem.
Então esta noite faremos um pedido para uma estrela,
Nunca fizemos um pedido antes
- você precisa.chegar para onde está rumando.
Todos querem um pouco de bondade
- todos precisam de um tempo,
Nós todos precisamos de uma estrela reluzente
quando as coisas ficam difíceis de suportar.
Então esta noite faremos um pedido para uma estrela,
Nunca fizemos um pedido antes...
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14:35
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segunda-feira, 22 de junho de 2009
SÓ VOCÊ
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Por
Nazarethe Fonseca
Todos os direitos reservados a Autora®
Quando fecho meus olhos,
Quando vou dormir,
Quando desperto ainda sonolenta.
Mesmo sozinha e quieta,
Pensando em tudo e em quase nada
Enquanto todos fazem barulho a minha volta.
Quando a noite chega lenta sobre a cidade,
E tudo se transforma em luz e solidão.
Os pássaros já sumiram só as estrelas agora.
Quando somente a lua surge no céu bela e solitária.
Quando deixo a água do chuveiro imitar seu toque.
Sinto,vejo,percebo sua presença.
Você esta tão perto e tão longe.
Ao alcance de meus dedos, dentro de meu coração.
Protegido por meu amor, em cada passo que dá,
Preso, pois te quero somente meu.
Dominando cada recanto de meu ser.
Conquistando cada vez mais meu coração;
Quando fecho meus olhos,
Vejo seu rosto.
Quando vou dormir,
Te abraço,
Quando desperto ainda sonolenta.
Sussurro seu nome.
Mesmo sozinha e quieta,
Danço para você.
Pensando em tudo e em quase nada,
Estou com você dentro de minha mente.
Enquanto todos fazem barulho a minha volta.
Eu canto para você, só você ouvir.
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17:22
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
As roupas da cigana.

Por
Nazarethe Fonseca
Todos os direitos reservados à autora®
Um dia me vi nua e chorei de solidão.
Todas as minhas fraquezas estavam no espelho.
Vestia roupas, mas elas estavam lá me dizendo
Que estava nua.
Meu coração batia rápido e eu sabia que todos podiam me ver.
Nua de verdade e sonhos e de poder,
De sorrisos felizes e de prazer.
Havia só o espelho e a solidão.
As roupas nunca serviram e sempre esconderam,
O que deviam mostrar.
Tudo estava na minha cabeça.
E quando eu tentei te beijar
Você me disse: você esta nua.
Tentei me vestir e achei roupas velhas.
Roupas de uma cigana.
Estavam velhas e rotas.
Elas cobriram minha nudez
E ninguém podia ver minha dor, minha solidão, o seu adeus.
Todos me viam melhor.
Eu podia adivinhar e dançar.
Girava e cantava e a tristeza me deixou.
As roupas da cigana ficaram perfeitas,
Tornaram-se mais vermelhas, mais azuis.
Eu não estava mais nua.
No entanto, não conseguia mais me ver no espelho.
Agora eu era a cigana.
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16:31
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terça-feira, 2 de junho de 2009
Paixão
Desenho-Stuart (Marcelo)
Todos os direitos reservados a Autora®
Forte e quente como o meio dia.
Doce e salgado.
Suave e áspero.
Quando a mente não consegue pensar,
Quando as roupas voam pelo ar e entre beijos e carícias,
O mundo gira nos braços de seu amante.
E não se pensa em mais nada a não ser se dá.
Os sentidos imperam.
O corpo lateja.
E pelo corpo corre uma febre,
Que não há remédio que cure,
E tudo caminha para o prazer.
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sábado, 30 de maio de 2009
Páginas em Branco

Por
Nazarethe Fonseca
Todos os direitos reservados à autora®
Estou tentando escrever o que sinto quando penso em você.
As palavras fogem,
Dentro do olhar eu posso te ver.
Mas as palavras não saem.
Abandono-me, você me toma inteira.
Eu sempre quis ser independente,
Em seus braços posso quebrar minhas promessas.
Tua boca já me faz gemer e sangrar.
Tuas mãos me roubam a paz,
Abandono-me e você me recolhe inteira.
Não importa quanto tempo leve,
Estou tentando escrever sobre você.
Resta achar a palavra exata,
E quando tenho você dentro de mim.
Espero mais um pouco para quebrar minhas promessas.
Resta escrever nas paginas em branco.
Teu nome, tua cor e sabor.
O sinto em minha pele e paladar.
E o tempo não desliza e nada muda,
Minha mão se move.
Esta em seus cabelos, sobre teu peito.
E tudo que queria era escrever.
Tirar sua presença de minha vida.
Esquecer sua passagem por meu corpo.
Eu posso quebrar promessas, mas não posso refazê-las
Em páginas em branco.
E quando me abandono você vem me salvar.
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Já disse tudo.

Eu quero te dizer
Que eu mudei e te esqueci.
Não haverá mais sorriso ou beijos
Nem palavras de adeus.
Lagrimas?
já derramei todas quando me esqueceu.
Eu já não existo.
Resta a solidão.
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17:39
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segunda-feira, 11 de maio de 2009
Procure Entender

Às vezes é difícil ser quem somos. Um mundo de afazeres, cobranças e reclamações. Como atender a todos? As cobranças dos amigos e dos conhecidos?
- Nossa você sumiu.
-Sim, trabalhando muito.
É engraçado, mas todo mundo pensa que isso é charme de quem diz. Quando o dia tiver 48 horas, por favor, alguém me avise, Vou sentir que ainda é pouco. Vou usar 24 horas para trabalhar e as demais para descansar. Dormir é luxo e estar sem fazer nada um privilégio para poucos.
Preciso de tempo, de paz e de tranqüilidade, tem para vender?
Ah! Lembro de dias tão calmos, onde estão?
Na infância, na adolescência que passou tão depressa e eu achava tão longa. Queria há todo custo ser adulta e conquistar liberdade.
Liberdade custa caro. Me pego lembrando quando escrevia no quintal, debaixo do coqueiro, datilografando, escrevendo cenas inteiras manuscritas. Como a companhia Sky e Snoopy. Ambos já estão no céu, eram cães maravilhosos, mas briguentos. Pai e filho. Faz uma eternidade!
Pagamos todos os dias pela liberdade conquistada com nossos sonhos, com nosso tempo, com tudo que você puder imaginar.
Procure entender, o tempo está contra nós. Mas o relógio é o único que diz isso com clareza.
Não é revolta, só reflexão e saudade.
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16:23
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
Maçã, Você Gosta?

Às vezes, tudo que eu queria, é que fosse meu.
Como uma maçã,
A fruta do pecado original.
Morderia tua carne, teu corpo alvo,
Você é belo e suave.
É pura poesia.
Meu homem e brinquedo.
Minha cama e lençol.
Tudo e mais um pouco.
Nada e um restinho.
Sua boca me atiça,
O seu corpo me atrai de modo particular.
Dois extremos, dois sexo.
Um só desejo.
Possuir.
Incrivelmente desejável e limitado.
Presente e ausente,
Duas metades quase iguais de um mesmo desenho.
Lambidas e pegadas,
Sorrisos e fagulhas.
Água, fogo e terra.
Menino e homem, suave e delicado.
Peludo e liso.
Somos nós dois.
Deixa quieto, se não quer me possuir,
Eu não vou chorar, mas lamento silenciosa.
Tuas escolhas, tua sexualidade tão ativa.
Isso não eu lamento, só admiro.
Só te engrandece o carisma, o charme de macho.
Nas tuas pernas eu seria feliz.
No teu sexo encontraria a solução.
Na tua boca falaria sem palavras.
Nossas línguas sabem português.
Nossos corpos querem sexo.
Tudo se permite quando se tem a mente aberta.
Ah! Deixa quieto!
Eu posso imaginar, lá eu posso tudo.
Malvadamente, tudo.
E um pouco mais.
Deixa, deixa quieto.
Mas você gosta de comer maçã?
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terça-feira, 21 de abril de 2009
A tristeza não pode ser uma constante.

(Menina com guarda chuva desenho de Nícollas Gólzio)
Cansada de ser eu mesma fugi para dentro de um livro muito interessante, Taikodom, Crônicas do Gerson Lodi Ribeiro. Ficção cientifica de primeira qualidade, Brazuca.
Yes nós temos ficção cientifica.
Lá no espaço, não escuto o eco dos meus pensamentos, as cobranças que sempre me faço, as criticas cruéis que aplico sem pena. Livro novo cheiroso, autografado.
Coisa muito chique que ganhei do meu anjo da guarda.
Fiquei na cama, motivos de saúde e um oportuno feriado para ficar doente. É engraçado, mas só adoeço nos feriados, e só chove do domingo para segunda. É odioso, logo na segunda que agente tem de trabalhar e não pode ficar na cama! Saco!
A tristeza não pode ser uma constante nem a solidão durar uma vida imortal. Nunca se apaixone por um vampiro!Ele vai comer seu coração e sugar seu sangue, bem, isso você já sabia.
Lá fora está frio e caem formigões do céu, chamam elas de Tanajura, um inseto vermelho e com odor estranho. Até minha gata tem medo deles.
Voltando para a cama, li o primeiro conto Point of k(no)w Return e o Despertar do físico. Adorei ambos, tem uns termos diferentes, mas a ficção compensa.
Às vezes preciso ouvir minha mente, longe do tec, tec do teclado.Ouvir um pouco de A-ha e dançar reggea para a tristeza não dominar. Aqui é meio deserto e só vejo nuvens com formatos variados.
A rotina me massacra e dentro do ônibus ouvindo música eu sei o que todo mundo fala, mas só vejo as bocas se movendo.
Pela janela a mesma paisagem, no celular suas mensagens me iludem. Dentro da realidade eu tenho de atravessar as ruas e continuar até o próximo sinal.
E lá dentro do aquário tudo precisa ser para ontem e mesmo assim eu nado como um peixinho querendo ser tubarão.
E tudo que sei, é que não deveria chover na segunda, nem existir dor nos feriados. E que a tristeza não pode ser uma constante.
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
Fome

Por
Nazarethe Fonseca
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Aqui em meu peito aberto, escarnado.
Meu coração não bate mais.
Vivo de horas intermináveis embaladas por seu silêncio.
Uma estranha sensação de saciedade e fome me domina.
Dois extremos.
Tudo já provei, mas nada me seduz plenamente.
Nada se compara ao gosto de sangue.
Ou o sabor de sua pele.
Quero sentir sua pele.
Seu cheiro faz meu coração bater.
Dentro de meus olhos existe um Oasis,
Na boca o inferno.
Um rio vermelho.
Em meus gestos, a dor.
Não sou a cura.
Sou a fome,
O alimento.
O prazer.
Pois nada resta quando a vida nos deixa.
Tudo permanece igual,
Inclusive meus pecados.
Minha nudez.
Meu peito aberto.
Minha fome.
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18:45
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domingo, 5 de abril de 2009
A sonhadora.
Gosto de acreditar que tudo posso. E nada devo. É um sentimento libertário.
Que me deixa feliz por saber que não existe limite que me detenham na forma nem no espírito.
Na sua cama ficou meu perfume e em sua mente a lembrança do prazer.
Somos um, somos dois, somos três. O desejo é somente um e o gozo se divide nos sonhos.
Ela se revelou para uns poucos afortunados e se escondeu diante da mediocridade de muitos.
Amo meus amantes como se fossem meus amigos, isso faz tudo ficar mais doce e ligeiramente pecaminoso.
Meu guardião é um centauro e suas setas estão ao meu serviço.
Gosto de acreditar que tudo posso. E nada devo. É um sentimento libertário.
Que me deixa feliz por saber que não existe limite que me detenham na forma nem no espírito. Pois sou o que minha natureza permitiu, mulher.
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Nazarethe Fonseca
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08:07
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segunda-feira, 23 de março de 2009
Talvez
Preciso ser fiel os meus sentimentos, ao meu coração.
Talvez eu deva esquecer que te amei de verdade.
E isso não é uma mentira tola.
Eu te amei como uma mulher pela segunda vez.
Você não percebeu, estava distante demais, ocupado demais.
Para sentir meu coração batendo, ver minhas lagrimas.
Quando me magoava com sua frieza tão natural.
Talvez eu tenha sido tola.
Sou, sempre fui e você gostou assim.
Tola por amar, por sentir.
Sim.
Mas fui por amar e você?
Talvez tenha sido por ser cego ao que o amor pode lhe dar.
Tarde demais, acabou.
Meu coração doe e enquanto assim permanecer
A palavra de ordem é distancia.
Talvez você pudesse me fazer te perdoar, talvez...
Mas vamos ficar por aqui.
Eu não te quero mais na minha cama,
Na minha pele, nem dentro de meu coração.
Correndo dentro de minhas veias,
Sobre minha boca.
Longe, fiquei longe...
Talvez você pudesse me fazer esquecer,
Não com rosas, não com desculpas.
Basta dizer que me ama.
Isso bastaria.
Mas se não pode, não conhece o sentido.
Só prazer...Fique bem longe!
E ainda está perto demais.
Você foi meu anjo,
Meu demônio,
Minha terra firme,
Minha tempestade
O meu amor,
E talvez eu não quisesse mais lembrar.
Que seu nome me fazia sorrir,
E agora só me faz lamentar.
Talvez eu ainda esteja apaixonada.
O que importa?
Você vai ficar longe,
Não sente,não entende, não sabe lidar.
Fique bem longe e ainda é perto.
Bem longe.
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17:44
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segunda-feira, 16 de março de 2009
O amor e a Sorte.
Um dia me canso de falar sobre o tema. E talvez não me apaixone mais, esqueça como é maravilhoso sorri junto com quem se ama.
Tudo é perfeito e você só consegue ser feliz. Nada parece te abalar e os dias são únicos. Que magia é essa? Doce e leve...! Gosto de pensar no amor como algodão - doce. Frágil, estranho algo que se desfaz na boca, um tanto enjoativo e doce e parece jamais satisfazer...
É, o amor é como algodão - doce na chuva. Derrete e deixa manchas coloridas e tristes.
O poder não combina com o amor. Ele está nas cartas de tarô, na carta dos enamorados, dos amantes. Para alguém que sentou na mesa do adivinho antes de mim. As cartas perderam a força e quando o vidente as embaralhou diante de minhas mãos as luzes se apagaram.
- Viva ao desconhecido.
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Nazarethe Fonseca
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quinta-feira, 5 de março de 2009
Queria dizer novamente.
Por
Nazarethe Fonseca
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Você pode imaginar o quanto eu quero você?
O quanto sinto sua falta...
Do esforço que faço para fingir?
Eu queria dizer de novo...
Gostaria de voltar a ser sua.
De ser a sua amante.
De ter direitos que nunca tive.
Beijar sua boca.
Passear por seu mundo.
Você pode imaginar...
O desejo que me consome?
O quanto eu preciso ter sua mão sobre meus ombros.
Maldito amor, que não quero querer.
Direitos a você.
Dormir no seu colo,
Tocar seu rosto.
Beijar seu ombro.
Sorrir junto com você,
Apenas poder dizer seu nome em voz alta.
Queria dizer novamente eu te amo.
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Nazarethe Fonseca
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
A GUITARRA
Nazarethe Fonseca
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Escuto os primeiros acordes da guitarra e nossos olhares se encontram.
Vejo seus dedos acariciando as cordas.
O perdi, ele está com ela de olhos fechados.
O cabelo despenca pela face e seu corpo está relaxado.
O som me atormenta, me chama e me convida.
Metal e melodia se fundem.
A força da composição move sua cabeça.
Os raios, a força do trovão está em suas mãos, na guitarra negra.
Quero ir além, abrir seus olhos e fazê-lo real.
Sua camiseta está rasgada como o jeans,
Ele abriu os olhos, mas parece em transe.
Sua retina está escura e nela sinto a força do metal.
Eu danço para ele,
O que preciso fazer para você me ver?
Minhas botinhas estão desamarradas.
Ele parou de tocar!
E num gesto natural deixa a guitarra recostada à caixa de som.
A mão desliza pelo cabelo liso afastando-o do rosto de anjo.
Parece que tudo está em câmara lenta.
E sem que compreenda, ele está aos meus pés,
Os dedos estão nos cadarços, puxando, dando o laço.
Espero apoiada em seus ombros, minhas unhas negras sobre sua camiseta.
Quando ele termina suas mãos sobre por minhas pernas, na cintura,
E a boca está na minha.
Meu batom negro o excita.
Ele quer tocar e suas mãos estão em meu corpo.
Virei sua guitarra.
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Nazarethe Fonseca
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Feliz Aniversário.
Os amigos, aqueles que amamos e os que odiamos, respeitamos, os que se foram, os que nos fazem falta, os que poderiam muito bem estar longe e bem perto.
Tudo que desejei e desejo eu tenho conquistado, claro, tudo há seu tempo.
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Nazarethe Fonseca
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